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Pelo contrário, não pode existir filtração de fluxo cruzado, pasteurização instantânea, termovinificação e osmose reversa. A adição de até 30 mg/lt. de sulfitos é permitida em todos os vinhos, embora haja dois logotipos que permitiram diferenciar se determinado vinho possui ou não sulfitos.
Neste momento, uma centena de marcas francesas espera ser abrangida, estando espanhóis e italianos no degrau seguinte, a perceber se esta medida irá ou não resultar.
“Os primeiros vinhos que terão esta designação foram elaborados no ano passado pelo viticultores que acordaram, antes da vindima, cumprir estes requisitos”, revelou Sébastien David, um dos membros fundadores da Natural Wines Union e vigneron do Saint Nicolas de Bourgueil, no Vale do Loire. O acordo foi estalecido com o Ministério da Agricultura e o instituto francês que certifica a qualidade e as denominações de origem naquele país.