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A previsão aponta para uma quebra de produção na maioria das regiões, com exceção do Alentejo, Algarve e Açores, onde é expectável um aumento, sustentado por um bom desenvolvimento vegetativo das videiras, e no Douro, onde se espera uma produção equivalente à campanha passada.
As regiões das Terras da Beira e das Terras do Dão foram as mais afetadas, com uma previsão de quebra de produção superior a 20%.
As condições meteorológicas verificadas ao longo da campanha foram favoráveis aos ataques de míldio e de oídio, considerados estes os principais responsáveis pela quebra estimada de produção.
O ciclo vegetativo das videiras está atrasado duas a três semanas, pelo que as condições climatéricas nos meses de agosto e de setembro serão determinantes na quantidade e qualidade da colheita.