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Em declarações à Revista de Vinhos, Campilho diz ser "legítimo aos 42 anos ambicionar de um ponto de vista pessoal e profissional prosseguir a carreira numa empresa com princípios que partilho e onde sei que vou ser bem aceite". Diogo Campilho tem 20 anos de experiência no setor dos vinhos, tendo feito três vindimas na Austrália, na região do Hunter Valley antes de ingressar o projeto familiar da Quinta da Lagoalva.
O enólogo vai manter-se no Comité de Família, grupo que reúne os familiares da mesma geração, mesmo que não estejam profissionalmente ligados ao negócio da quinta. "Todos beneficiamos com isto. Vou continuar, naturalmente, a ir à Lagoalva. A minha família está lá e feliz por ver mais um membro do clã valorizado externamente", refere Diogo Campilho que se mostra "entusiasmado por abraçar um projeto brutal em várias regiões".
O técnico passou pelas áreas de viticultura, enologia e departamento comercial da empresa familiar. Campilho é licenciado em Enologia pela Universidade de Trás-Os-Montes e Alto Douro e tem uma pós-graduação em Gestão pela Nova School of Economics. As suas funções são agora ocupados pelo enólogo Pedro Pinhão que já fazia parte da equipa da Lagoalva desde o início dos anos 2000.
A partir de 23 de maio, abraça o projeto na Aveleda como diretor de enologia onde terá a responsabilidade de supervisionar a equipa de enologia que se distribui por quatro regiões vitivinícolas de Portugal - Vinhos Verdes, Douro, Bairrada e Algarve.