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A ideia já maturava há muito na cabeça de António Braga que, aos 44 anos, decidiu concretizá-la. O enólogo vai avançar com um projeto pessoal de vinhos, assente num modelo já recorrente noutros países e que uma nova geração de profissionais em Portugal começa, paulatinamente, também a adotar: palmilhar diferentes regiões do país em busca de vinhas que lhes permitam concretizar os vinhos que idealizam, sem preocupações em construir uma adega e, assim, evitarem ficar circunscritos em termos de raio de ação.
Os primeiros resultados apenas deverão ser conhecidos em 2024, na medida em que o projeto pessoal irá arrancar do zero.
Licenciado em Agronomia pelo Instituto Superior de Agronomia de Lisboa (ISA), António Braga ingressou na Sogrape Vinhos em 2007. Após 10 anos no Douro, investiu na realização de um MBA em gestão e atualmente assumia a direção de enologia do Mateus, da operação nos Vinhos Verdes, Dão e Lisboa. Recentemente foi ainda o autor do primeiro vinho da Série Ímpar, uma gama mais experimentalista iniciada com um branco da casta Sercialinho, da Bairrada.