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Desde a fundação, em 1958, esta adega tem sido uma referência na sub-região Monção e Melgaço, reconhecida tanto a nível nacional como internacional.
Há 65 anos, a história começou com 25 viticultores que se uniram para dar a qualidade que, aos seus olhos, o vinho da região merecia. Hoje, conta 1.720 cooperantes e um crescimento continuado que preserva um legado de extrema importância para o Alto Minho.
Este ano, à semelhança dos anteriores, os vinhos da Adega de Monção foram bastante reconhecidos, entre os quais o Deu-La-Deu Reserva Alvarinho 2020 e a Delícia Aguardente Vínica Velha, que conquistaram dois ouros nos prémios “Os Melhores Verdes 2023", promovidos pela Comissão de Viticultura da Região dos Vinhos Verdes. Para o presidente da Adega Cooperativa de Monção, Armando Fontainhas, este percurso de distinção prova como os vinhos “têm evoluído no caminho certo”.
Em 2022, o volume de negócios cresceu 9,39% face a 2021, com maior expressão no contexto internacional, onde o crescimento foi superior a 17%.
Para 2023 parte do orçamento foi dedicado a um programa de eficiência energética “dando, assim, um forte e consciente contributo para o mundo mais sustentável que o futuro nos exige”, acrescenta.