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“Após 21 anos de dedicação à Quinta da Alorna, em Almeirim, na região dos Vinhos do Tejo, tomo uma das decisões profissionais mais importantes da minha vida: deixar a empresa que acompanhei e para a qual contribui orgulhosamente na construção da sua reputação e prestígio no panorama vitivinícola nacional e internacional”, pode ler-se no comunicado de imprensa enviado à redação em nome de Martta Reis Simões.
Licenciada em Enologia pela Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD), estagiou na Quinta do Noval e na Quinta da Romeira, onde o enólogo Nuno Cancela de Abreu a convidou a ficar, iniciando assim o percurso profissional. Em dezembro de 2003, a convite de Nuno, entrou na Quinta da Alorna, onde os primeiros anos foram “de grande adversidade, mas muito gratificantes”.
“Juntos, criámos a marca Marquesa de Alorna, grande ícone da casa, assim como um inovador Colheita Tardia tinto, feito com Tinta Miúda, elevando a Quinta da Alorna ao patamar de reconhecimento e qualidade que tanto almejávamos”, afirma Martta Reis Simões.
Depois do lançamento da marca Quinta da Alorna Creations, já com dois vinhos no mercado, e da comemoração dos 300 anos da empresa com o vinho 1723, a ex-diretora de enologia sentiu que o “dever estava cumprido”, encerrando assim este ciclo.
Acrescenta ainda que tem agora a oportunidade de “abraçar outros desafios, ritmos e sonhos”, com “confiança, mas sobretudo com profunda gratidão”.