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De acordo com Michael Doerr, CEO da OENO, o mercado de vinhos assistiu a um crescimento de quase 200% nos últimos 18 anos, o que provou rentabilidades estáveis entre os 8 e os 12%. Só em Portugal, a OENO conseguiu atingir, no último ano, um retorno médio de 9,2%, ao passo que, a nível global, o retorno foi de 15%. Números bastante positivos, que evidenciam a força do mercado de vinhos de categorias superiores, que, entre todos os ativos de luxo, se tornam únicos devido ao “seu consumo contínuo”.
"Um relatório recente da Liv-Ex (que reúne índices sobre os vinhos de gama alta mais negociados no mundo) afirma que o vinho das categorias mais elevadas superou o S&P 500 com um aumento de 13,6% nos últimos 15 anos, em comparação com 7,8% (excluindo dividendos) para o S&P (…) Quando a covid-19 atingiu os mercados pela primeira vez, em fevereiro de 2020, o S&P 500 caiu 25%, enquanto o índice Liv-ex 1000 para vinhos de gama alta caiu apenas 4%”, exemplifica.
Atualmente, o portefólio da OENO tem vinhos de todo o mundo, mas detém apenas uma pequena quantidade de vinhos do Porto no seu catálogo de investimento. Uma tendência que a marca espera inverter, disponibilizando, a longo prazo, cerca de duas dezenas de referências nacionais. "Os vinhos portugueses estão no nosso radar. É um caminho a fazer passo a passo”, diz.
A atividade da empresa em Portugal arrancou há pouco mais de um ano e "superou, largamente, as expectativas traçadas". O feedback “muito positivo” por parte dos investidores foi imediato, o que "levou ao registo de uma carteira de clientes nacionais coesa, capaz de movimentar cerca de cinco milhões de euros".