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“Com o aumento do custo de vida, da energia, das taxas de juros, os pedidos de ajuda não abrandam, pelo que é cada vez mais necessário um esforço coletivo para conseguirmos levar alimento a quem mais precisa. Para muitas famílias, a ajuda alimentar que recebem nos lares, apoio domiciliário, nas creches, jardins infantis e ainda nos cabazes entregues adquire uma importância vital e constitui um fator de esperança”, explica Isabel Jonet, Presidente da Federação Portuguesa dos Bancos Alimentares Contra a Fome. “Muitas conseguem ultrapassar situações pontuais de aperto graças a esta ajuda e dar a volta à vida, sem que falte o mínimo para dar de comer aos filhos”, acrescenta.
Para participar nestas campanhas, basta aceitar um saco do Banco Alimentar e colocar nele bens alimentares, de preferência não perecíveis (como leite, conservas, massa, arroz, azeite, açúcar ou farinha), entregando-o aos voluntários à saída.
A contribuição também pode ser feita através da modalidade “Ajuda Vale”, já utilizada em campanhas anteriores, que estará disponível até dia 6 de junho nas caixas dos supermercados. Cada vale tem um código de barras e corresponde a um produto específico.
Para quem não pode deslocar-se aos pontos de recolha ou reside fora de Portugal, está disponível o portal de doação online www.alimentestaideia.pt, onde é possível fazer um cabaz escolhendo produtos ou o valor que se deseja gastar.
No passado fim-de-semana, foi recolhido um total de 1.755 toneladas de géneros alimentares, sem contabilizar as doações online e em vales.
Os resultados representam "um acréscimo em relação ao valor da campanha homóloga do ano passado, num fim-de-semana marcado pela coincidência com diversas atividades, como a final da taça de futebol, concertos, Queima das Fitas, confirmando assim quer a solidariedade dos portugueses, quer a confiança renovada nos Bancos Alimentares Contra a Fome".